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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Menino britânico de 7 anos atrai comparações com Picasso

Menino britânico de 7 anos atrai comparações com Picasso
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Por Georgina Cooper
HOLT, Inglaterra (Reuters Life!) - Um garoto britânico de 7 anos de idade está sendo saudado como gênio da arte, depois de vender 16 telas por 18 mil libras (29.280 dólares) em apenas 14 minutos.
Kieron Williamson, da cidade de Holt, no leste da Inglaterra, possui habilidade artística que poderia ser motivo de inveja para qualquer pintor sério e vem atraindo comparações com Pablo Picasso, menino prodígio que se tornou um dos artistas mais célebres do século 20.
Inspirado pela paisagem de Norfolk, onde vive, no litoral de East Anglia, os pastéis, as aquarelas e as pinturas a óleo de Williamson --avaliados em até 1.500 libras cada-- revelam uma maturidade que ultrapassa de longe sua idade real.
Tudo começou durante férias da família na Cornualha, na costa sudoeste da Inglaterra, quando Kieron tinha 5 anos. Inspirado pela vista do porto, o menino pediu aos pais seu primeiro caderno de desenho.
Daquele momento em diante, ele não parou mais de desenhar e pintar, segundo seu pai, Keith Williamson.
"Quando ele começou a pintar, acordava todas as manhãs às 6h, e nós acordávamos ouvindo o tilintar dos vidros de geleia com as tintas. E ele ainda é assim", disse Keith.
Embora apoiem o talento de seu filho, os pais de Kieron tomam cuidado para não deixar que ele seja pressionado. Ele pinta apenas quando e o que quer, e a família limita o número de obras que põe à venda.
Kieron tem uma lista de espera de centenas de interessados em suas obras. Os pedidos de trabalhos dele chegam de todo o mundo.
Keith contou que uma venda de obras de Kieron promovida em novembro foi fenomenal, tendo chegado a atrair um comprador do Japão.
Kieron frequenta a escola local normal, mas também tem aulas de pintura com um pintor da região e ganhou a proteção da galeria Picturecraft, em sua cidade natal de Holt.
O diretor da galeria, Adrian Hill, disse que Kieron vem se aprimorando a cada dia que passa.
"Foi uma transição muito rápida de um bom pintor amador mirim para alguém que está produzindo telas de valor comercial. Para ser franco, foi chocante, algo totalmente único", disse ele.
Enquanto cuidadosamente pendurava algumas das obras melhores de Kieron, Hill disse que o mundo das artes plásticas vem comparando o garoto a Picasso quando pequeno.
"Não há razão pela qual Kieron, se quiser, não poderá alcançar as mesmas coisas. Podemos estar olhando para o próximo grande mestre da pintura."

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Lei Rouanet sai da gaveta e enfrenta o Congresso

Lei Rouanet sai da gaveta e enfrenta o Congresso
Texto prevê que o governo nunca destine menos do que 40% ao Fundo Nacional de Cultura (FNC.
Agência Estado - 27/1/2010 - 16h53

É uma mudança radical na filosofia de incentivo à cultura no País. A nova Lei Rouanet, cujo texto foi assinado na terça, 26, pelo presidente Lula, prevê que o Fundo Nacional de Cultura (FNC) nunca poderá ter menos do que 40% do orçamento do MinC. Até hoje, o fundo (que permite o incentivo direto, sem que o produtor precise captar dinheiro no mercado) recebe valores irrisórios e aleatórios. A maior parte dos recursos chega via renúncia fiscal - empresas adiantam o dinheiro aos produtores culturais, e depois são reembolsadas na hora de declarar o seu Imposto de Renda (IR). Foram criados nove fundos setoriais - Artes Visuais, Artes Cênicas, Música, Acesso e Diversidade, Patrimônio e Memória, Ações Transversais e Equalização, Audiovisual, Inovação do Audiovisual (o que compreende curtas-metragens, médias-metragens e experimentalismo) e Livro, Leitura, Literatura e Humanidades (cuja divisão, para separar literatura do mercado, será definida em lei específica).



Desses nove fundos, sete terão entre 10% a 30% do total dos recursos - o restante irá para o audiovisual, segundo o texto. Para decidir quais projetos serão incentivados, haverá CNICs setoriais, com representação paritária do governo e da sociedade civil. O Fundo Nacional de Cultura também poderá receber dinheiro de doações, legados e subvenções, e esse dinheiro não seguirá o critério de partilha acima. Não será permitido o incentivo a obras, produtos, eventos circunscritos a coleções particulares ou circuitos privados que tenham limitações de acesso.



A União deverá enviar 30% dos recursos do FNC para fundos públicos de Estados, municípios e do Distrito Federal (com a observância de serem destinados no mínimo 10% para cada região do País, como forma de promover a descentralização do investimento). Mas, para receber o dinheiro, Estados e municípios deverão constituir órgãos colegiados e observar as regras da lei.



A renúncia fiscal continua existindo, mas também mudou. Os contribuintes (pessoas físicas ou jurídicas tributadas com base no lucro real) poderão deduzir 40%, 60% e 80% do imposto de renda devido quando financiarem um projeto cultural (valor limitado a 6% do imposto devido, quando se tratar de pessoa física, ou 4% do imposto devido, quando se tratar de pessoa jurídica). Um sistema de pontuação definirá em qual faixa (40%, 60% ou 80%) o incentivador se encaixa.



O recebimento dos projetos culturais será feito mediante editais de seleção pública, e a lei estipula um prazo de 30 dias para que sejam avaliados - um desafio extra para o governo, já que atualmente os atrasos são constantes por falta de pessoal técnico qualificado. Para a análise dos projetos, o governo prevê na lei contratar especialistas ou instituições.



Os projetos culturais com potencial de retorno comercial (filmes como os da Xuxa e dos Trapalhões, por exemplo, enquadram-se nessa categoria) poderão ser financiados em um sistema de parceria, que poderá tomar até 20% da dotação anual do FNC. Para tanto, serão direcionados para os Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficarts). O Banco Central do Brasil será o gestor dessa parceria, e os lucros obtidos voltarão para realimentar o FNC.



Os institutos e fundações (ligadas a bancos ou grandes empresas) estão enquadrados na faixa dos 40%, e todos têm de colocar pelo menos 20% do próprio bolso (antes, a renúncia era de 100%).



Projetos da administração pública só poderão captar até 10%, para evitar concorrência com os mercados. É o caso, por exemplo, dos museus paulistas, que agora terão de reformular seus orçamentos - a Pinacoteca do Estado pediu, para 2009, R$ 13 milhões, e obteve autorização para captar R$ 12 milhões. Entretanto, os fundos públicos dos Estados e municípios poderão redirecionar seus recursos para essas instituições.



"Na medida em que existe um fundo que tem recursos que serão repassados aos governos, não faria sentido que o setor público captasse. Com um fundo novo, forte, que cumpre um papel importante, esta restrição nos parece natural", disse Alfredo Manevy, ministro interino da Cultura, ao site do Grupo de Institutos e Fundações (Gife). Segundo estimativa do governo, inicialmente o fundo vai ter cerca de R$ 800 milhões, a renúncia será de R$ 1 bilhão e o orçamento, excluída a renúncia, de R$ 2,2 bilhões (o maior da História, conforme antecipou o Estado no dia 15).

D. do Comércio d 27 de janeiro de 2010

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Cartas de Van Gogh lançam luz sobre trabalho árduo do artista

Cartas de Van Gogh lançam luz sobre trabalho árduo do artista
terça-feira, 19 de janeiro de 2010

LONDRES (Reuters Life!) - Uma exposição na Academia Real de Londres busca aprofundar nosso entendimento do mestre pós-impressionista Vincent Van Gogh ao exibir não apenas suas pinturas e desenhos, mas muitas de suas cartas.
O pintor holandês escreveu centenas de cartas durante uma carreira produtiva como artista, a maioria delas a seu irmão Théo, um marchand que o apoiava.
"The Real Van Gogh: The Artist and his Letters" (O Van Gogh Real: o Artista e suas Cartas), que fica em exibição de 23 de janeiro até 18 de abril, segue um projeto de pesquisa de 15 anos sobre a correspondência de Van Gogh, feito pelo Museu Van Gogh e o Instituto Huygens da Academia Real de Artes e Ciências da Holanda.
Em exibição estão mais de 35 cartas originais, raramente mostradas ao público devido à fragilidade, mas que fornecem contexto para muitos dos 65 quadros pendurados junto a elas.
As cartas, que contêm o mundano --como sua descrição de um tipo particular de lápis-- e o poético --como quando descreve as águas do Mediterrâneo como "sempre em mudança"-- desafiam a noção de Van Gogh como um gênio torturado e errático.
"A visão popular dele é a de que ele era esse tipo de artista louco e estouvado, que apenas pintava muito rápido e de forma muito espontânea", disse a curadora Ann Dumas.
"Ele realmente pintava muito rápido. Mas havia muita reflexão e preparação em seu trabalho, mesmo antes de ele colocar a tinta na tela", disse ela à Reuters.
Embora ele tenha cortado parte da orelha, tenha se internado em um asilo e terminado a vida aos 37 anos, Van Gogh era dedicado à sua arte e estava preparado para trabalhar duro para ser mestre nas técnicas de perspectiva, cor e pintura da forma humana.
"Por mais que eu ame a paisagem, amo ainda mais as figuras", ele escreveu. "Mas essa é a parte mais dura".
Mesmo no fim de sua vida, suas cartas revelam um homem aparentemente mais preocupado com sua arte do que com seus demônios mentais pessoais.
Dias antes de sua morte, ele escreveu a Théo: "Estou me dedicando a meus quadros com toda a minha atenção".
Nos seus últimos 70 dias de vida, segundo a Academia Real, o artista pintou mais de 70 telas, muitas delas estão entre suas obras-primas. E isso apesar do temor de que sua arte não estivesse progredindo como ele desejava.
(Reportagem de Mike Collett-White)

domingo, 17 de janeiro de 2010

O Museu Afro Brasil apresenta exposição sobre um dos primeiros contistas brasileiros

O Parque Escola da Juventude funciona diariamente, das 6hs às 22hs. O Museu Afro Brasil apresenta exposição sobre um dos primeiros contistas brasileiros.


http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1192031-7823-CONFIRA+AS+DICAS+DE+LAZER+DO+ANTENA+PAULISTA,00.html

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Exposição de Picasso festeja centenário de galeria de Zurique

Exposição de Picasso festeja centenário de galeria de Zurique
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Por Jason Rhodes
ZURIQUE (Reuters Life!) - A galeria Kunsthaus Zurich, onde Picasso fez sua primeira exposição em um museu em 1932, vai comemorar seu centenário com um programa especial que inclui uma exposição mostrando como os contemporâneos do artista espanhol receberam a obra dele.
O programa começa em 12 de fevereiro com uma rara oportunidade para o público conhecer a mundialmente famosa coleção do industrial Emil Buehrle e termina com uma mostra celebrando o 150o aniversário do nascimento de Carl Moser, arquiteto responsável pelo prédio Art Nouveau do museu.
O museu, que em 2009 recebeu 228 mil visitantes, quer exibir seus pontos fortes, expondo obras de arte de vários séculos -- desde pinturas dos grandes mestres até filmes e instalações de artistas contemporâneos.
A exposição da coleção de Buehrle permitirá que o público veja rapidamente uma das mais importantes coleções de arte privadas da Europa, antes de ser transferida, em 2015, para uma ala nova da Kunsthaus projetada pelo célebre arquiteto britânico David Chipperfield.
A coleção inclui 180 quadros e esculturas, entre elas algumas das mais belas obras impressionistas do mundo. Ela foi montada pelo alemão Buehrle e hoje ocupa uma mansão ao lado da antiga casa do industrial, perto do lago Zurique.
A coleção fez manchetes em fevereiro de 2008, quando assaltantes mascarados roubaram grandes obras de Cezanne, Degas, Monet e Van Gogh no valor de 160 milhões de dólares, no maior roubo de obras de arte da história da Suíça. Apenas duas das quatro telas foram recuperadas.
ORIGEM DA COLEÇÃO
Buehrler fez sua fortuna com a fábrica Oerlikon de ferramentas e munições, que vendeu armas aos dois lados na 2a. Guerra Mundial, e no final dos anos 1940 devolveu ou recomprou várias obras que tinham sido roubadas de famílias judaicas pelos nazistas.
"A exposição vai mostrar a origem e as circunstâncias que cercaram a aquisição das obras", disse o diretor da Kunsthaus, Christoph Becker. "Buehrler comprou as obras de boa fé e foi um dos primeiros colecionadores a tratar dessa questão".
Nos últimos meses de seu centenário, a exposição vai revisitar sua exposição histórica de Picasso em 1932, oferecendo ao público do século 21 a oportunidade de rever sua arte inovadora, com 70 obras da mostra original.
O próprio Picasso foi o curador da retrospectiva de 1932, que cobriu as três primeiras décadas de sua carreira, desde suas fases azul e rosa, passando pelo cubismo, no qual desenvolveu uma linguagem pictórica inteiramente nova com o artista francês Georges Bracque, até seu período clássico.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Expedição à Antártida encontra peças de máquina fotográfica de 100 anos


Gelo descongela na costa de Cape Denison na Antártida no dia 14 de dezembro de 2009. Membros de uma expedição que está restaurando cabanas em Cape Denison encontrou o que acredita serem peças de uma máquina fotográfica abandonada por um célebre fotógrafo australiano durante uma viagem histórica ao continente gelado, quase 100 anos atrás.

REUTERS/Pauline Askin

Expedição à Antártida encontra peças de máquina fotográfica de 100 anos
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 12:18
Pauline Askin
CAPE DENISON, Antártida (Reuters Life!) - Uma expedição à Antártida encontrou o que acredita serem peças de uma máquina fotográfica abandonada por um célebre fotógrafo australiano durante uma viagem histórica ao continente gelado, quase 100 anos atrás.

James "Frank" Hurley, morto em 1962, foi o fotógrafo oficial da Expedição Antártica Australiasana (AAE) de 1911-14, comandada pelo mais famoso explorador polar da Austrália, sir Douglas Mawson. Ele também foi fotógrafo oficial das Forças Armadas australianas nas duas Guerras Mundiais.

Membros da expedição atual, que está restaurando as cabanas originais de madeira erguidas por Mawson em Cape Denison, disse que encontrou dentro da câmara escura de Hurley uma caixa de troca de chapas de uma câmera Newman & Guardia fabricada entre o final do século 19 e início do século 20.

"Ainda não temos 100 por cento de certeza de que é um componente da câmera de Hurley, mas é sem dúvida um componente de uma máquina fotográfica muito antiga usada aqui na Antártida, o que torna a descoberta interessante", disse à Reuters a arqueóloga Jody Steele, integrante da expedição.

Várias máquinas fotográficas Newman & Guardia fizeram parte dos equipamentos usados pela AAE. Os detalhes da descoberta recente foram enviados de volta à Austrália para mais pesquisas.

"É uma descoberta importante porque talvez seja um dos poucos componentes de câmeras que podemos identificar com um membro individual da AAE, Frank Hurley", disse o membro da expedição Peter Morse.

"Outros artefatos encontrados até agora têm sido de natureza mais geral."

A peça encontrada foi devolvida à câmara escura, onde o ambiente frio ajudou a preservá-la até agora.

No dia 1o de janeiro a expedição encontrou o que acredita serem os resquícios do primeiro avião que voou para a Antártida. Os restos estavam numa praia gelada, perto de onde o avião foi abandonado por Mawson há quase um século, quando mostrou não funcionar na expedição.
A Austrália tinha passado anos procurando o avião Vickers, de hélice única, em Cape Denison. Membros da expedição toparam com pedaços de tubos metálicos enferrujados na praia da baía Commonwealth durante uma maré muito baixa. Os pedaços correspondem a tubos de ferro estruturais da fuselagem do avião.

Cézanne, Klimt e Giacometti são destaques em leilão da Sotheby's



Pintura de Paul Cézanne foi um dos destaques de leilão da Sotheby's.
REUTERS/Stefan Wermuth


Cézanne, Klimt e Giacometti são destaques em leilão da Sotheby's
terça-feira, 12 de janeiro de 2010


Por Alexander Clare
LONDRES (Reuters Life!) - Pinturas de Paul Cézanne e Gustav Klimt, ao lado de um bronze raro do escultor italiano Alberto Giacometti, serão os destaques de um leilão da Sotheby's em Londres em fevereiro.
A casa internacional de leilões disse que seu Leilão Noturno de Arte Impressionista e Moderna, em 3 de fevereiro, será o primeiro do tipo realizado em Londres a incluir três obras estimadas em mais de 10 milhões de libras (16,11 milhões de dólares) cada.
O leilão também terá pinturas de Henri Matisse, Rene Magritte e Joan Miró, entre outros, e as esculturas oferecidas vão incluir dois trabalhos de Henry Moore.
Melanie Clore, co-presidente do Departamento Mundial de Arte Impressionista e Moderna da Sotheby's, disse que peças como essas despertam uma paixão inexplicável nos colecionadores de arte inveterados.
"É como se apaixonar", disse ele. "Não há nada de racional nisso".
A natureza-morta "Pichet et fruits sur une table", pintada em 1893-94, teve seu valor estimado em entre 10 e 15 milhões de libras e data do período em que a maestria de Cézanne no gênero natureza-morta estava no auge.
A Sotheby's estimou "Kirche in Cassone (Landschaft mit Zypressen)" (Igreja em Cassone-Paisagem com Ciprestes) em entre 12 e 18 milhões de libras. Pintado em 1913, é o único exemplar sobrevivente dos trabalhos em que o artista retratou o lago Garda, na Itália.
A tela já pertenceu ao magnata de ferro e colecionador austro-húngaro Viktor Zuckerkandl (1851-1927) e sua mulher Paula, tendo desaparecido em Viena no período nazista e voltado à tona algumas décadas mais tarde.
Está sendo oferecida à venda agora após um acordo entre o sobrinho-neto, de 81 anos, do proprietário original e o colecionador particular europeu com cuja família a pintura se encontra há vários anos.
A venda do bronze "L'Homme qui marche I" será a primeira vez em que uma escultura de Giacometti desse tamanho é posta em leilão em mais de 20 anos, segundo a Sotheby's, que estimou seu valor em mais de 12 milhões de libras.
"Femme couchée", de Matisse, estimado em entre 3,5 e 5,5 milhões de libras, é um magnífico exemplar do tema favorito do artista - uma mulher deitada em um interior - e guarda relação estreita com sua célebre série Odalisques, dos anos 1920, disse a casa de leilões.
Patrick Legant, diretor do Departamento de Arte Impressionista e Moderna da Sotheby's, disse que é raro e recompensador ter a oportunidade de vender algo tão raro.
"É um pouco triste ver essas obras partirem, mas é um privilégio poder cuidar delas por algum tempo", disse ele.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Quadro de Edgar Degas é roubado de museu francês

Quadro de Edgar Degas é roubado de museu francês
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009 15:56

MARSELHA, 31 de dezembro (Reuters Life!) - Um quadro do artista impressionista francês Edgar Degas foi roubado de um museu na noite de quarta-feira no sul da França, informou a Promotoria da cidade.
O quadro, chamado "O Coro", tem valor estimado em 30 milhões de euros, segundo a mídia local. O trabalho pertencia ao Museu d'Orsay em Paris e tinha sido emprestado ao museu Cantini para uma exposição que termina em 3 de janeiro.
"O desaparecimento desse quadro tão caro foi descoberto quando o museu abriu na manhã de quinta-feira. Não parece haver nenhum sinal de arrombamento e invasão", disse o promotor público de Marselha, Jacques Dallest, à Reuters.
O museu d'Orsay, que está emprestando muitos trabalhos nos últimos meses para angariar fundos, se recusou a comentar o roubo.
(Reporagem de Francois Revilla)