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sábado, 24 de outubro de 2009

Documentário sobre Camargo Guarnieri na 33ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

Prefeitura de São Paulo

Secretaria de Cultura

Centro Cultural São Paulo Associação Amigos do Centro Cultural São Paulo

Berço Esplêndido Produções Cinematográficasconvidam para
Documentário sobre Camargo Guarnieri na 33ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulodia 24 de outubro


O documentário sobre o compositor Camargo Guarnieri, Notas soltas sobre um homem só - coordenado por Francisco Coelho, curador de música do Centro Cultural São Paulo - será exibido na 33ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, no dia 24/10, às 20h10, no Cine Reserva Cultural 1 (Avenida Paulista, 900). Após a sessão também haverá debate. O filme integra o material reunido no projeto Camargo Guarnieri - 3 concertos para violino e a Missão - contemplado pelo Programa Cultural Petrobras 2007, que inclui ainda CD e encarte gráfico.
Outras sessões:dia 1º/11, às 16h30 - Espaço Unibanco Pompéiadia 3/11, às 13h30 - CineSESC
Mais informações: www.mostra.org

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Muro de Berlim será reconstruído com dominós 20 anos depois

Muro de Berlim será reconstruído com dominós 20 anos depois
quarta-feira, 21 de outubro de 2009 17:38

Por Erik Kirschbaum
BERLIM (Reuters) - O Muro de Berlim voltará por alguns instantes a dividir a capital alemã no mês que vem -- mas desta vez com gigantescos dominós coloridos, e não com placas de concreto.
Esse será um dos destaques das celebrações dos 20 anos da queda do Muro, em 9 de novembro, uma festa que custará 5 milhões de euros (7,5 milhões de dólares). Durante dois dias, um trecho de 1,5 quilômetro será mantido ao longo do traçado original, em frente ao Portão de Brandemburgo.
Serão mil dominós de 20 quilos e 2,5 metros de altura, separados entre si por 1,5 metro e pintados por crianças. Ao final de uma cerimônia solene, eles serão derrubados, num gesto simbólico que reproduzirá a queda real do muro, 20 anos antes, que marcou a reunificação da cidade, antes dividida entre um lado oriental (comunista) e o outro ocidental (capitalista).
"É só uma atração temporária", disse o prefeito Klaus Wowereit ao apresentar os planos para a festa de dois dias
O Muro de Berlim foi erguido em 1961 pelas autoridades comunistas como uma "barreira de proteção antifascista". Na prática, porém, servia para evitar que cidadãos do lado oriental fugissem para Berlim Ocidental.
"Não acho que ninguém virá com a ideia de que estamos construindo um muro entre Berlim Oriental e Ocidental outra vez. Mas houve muita gente que ridicularizou a ideia inicialmente. Agora ela está sendo vista como uma forma maravilhosa de simbolizar a queda do Muro", disse o prefeito.
O presidente da Rússia, Dmitry Medvedev, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, e a secretária norte-americana de Estado, Hillary Clinton, devem participar das festividades, segundo ele.
Em 9 de novembro de 1989, o Muro de Berlim foi desmantelado por manifestantes, após meses de tensão na Alemanha Oriental. Naquele dia, muita gente correu para os postos de fronteira depois de um líder alemão-oriental anunciar numa entrevista coletiva que a população estava liberada para viajar para a Alemanha Ocidental.
Nos meses seguintes, esse símbolo da Guerra Fria foi totalmente desmanchado, e as duas Alemanhas foram formalmente reunificadas 11 meses depois, em 1990.
(Reportagem de Erik Kirschbaum)

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Garoto inglês é saudado como um "Mozart" após 4 meses de aulas

LONDRES (Reuters Life!) - Um menino britânico de 10 anos está sendo saudado por seu professor de música como um prodígio infantil semelhante a Mozart, após apenas quatro meses de aulas de piano.
Shane Thomas ensaia apenas quatro horas por semana, mas já toca com alto grau de habilidade e compõe partituras de música clássica em sua cabeça, relatou a mídia britânica na quinta-feira.
Ele se sentou diante de um piano pela primeira vez aos 7 anos de idade e quase instantaneamente já conseguia tocar de ouvido. Desde então, teve apenas quatro meses de aulas formais de música.
"Quanto tinha 3 anos eu disse a meu pai que conseguia tocar, mas ninguém me levou a sério. Quando estou na escola, consigo ouvir a professora e estudar e ao mesmo tempo compor de cabeça," teria dito Shane, segundo o jornal Daily Telegraph.
Seu professor de piano, Richard Goffin-Lecar, comparou Shane a Wolfgang Amadeus Mozart, que demonstrou habilidade prodigiosa quando ainda era criança em Salzburgo, no século 18, e se tornou um dos mais célebres compositores de música erudita.
"Shane é único," disse ele. "Ele eleva a palavra 'talentoso' a outro patamar. Muitos achariam pretensioso compará-lo a Mozart, mas se o ouvissem tocar saberiam que a comparação é válida."
"Eu não o ensino exatamente, mas lhe dou uma orientação, depois me sento e fico assistindo. Tecnicamente falando, ele é fenomenal."
Shane vive com seu pai, Clayton, 48 anos, seu irmão Ashley, 4, e sua irmã Chanelle, 3, em Woking, Surrey, na Inglaterra. Seus pais são separados.
Seu pai contou que Shane ganhou seu primeiro teclado aos 7 anos e que um dia depois já conseguia tocar com as duas mãos.
"Era Natal, e logo de cara ele já tocou canções natalinas como 'Little Donkey' e 'Away in a Manger', sem qualquer orientação," disse Clayton Thomas. "Em poucas semanas ele já tocava várias músicas complexas, e depois de quatro meses se apresentou para 2.000 pessoas num show em Manchester."
Nicolas Chisholm, diretor da Escola de Música Yehudi Menuhin, em Surrey, concorda que o garoto precisa de orientação musical.
"Shane é extraordinário, mas é um talento embrionário," disse ele.
(Reportagem de Paul Casciato)

Herta Mueller: "sem palavras" ao saber do Nobel de Literatura


ESTOCOLMO (Reuters) - A escritora alemã mas nascida na Romênia Herta Mueller, que mapeou as dificuldades e humilhações impostas pelo regime brutal de Nicolae Ceausescu, recebeu o Prêmio Nobel de Literatura de 2009 por retratar "a paisagem dos despossuídos".
A Academia Sueca, que elogiou "a concentração de sua poesia e a franqueza de sua prosa", disse que Mueller, 56 anos, ficou sem palavras ao ser informada de que recebera o prêmio, no valor de 10 milhões de coroas suecas (1,4 milhão de dólares).
"Ela ficou muito, muito feliz. Disse que ficou sem fôlego, que a sensação era irreal e que ela estava sem palavras", disse à Reuters o secretário permanente da Academia, Peter Englund, acrescentando: "Mas ela prometeu que, quando nos encontrarmos novamente, em dezembro (para a cerimônia de entrega dos prêmios), já terá reencontrado as palavras."
Mueller é conhecida por obras como "The Land of Green Plums" (Terra de Ameixas Verdes), que dedicou a amigos romenos mortos sob o governo comunista de Ceausescu, e "The Appointment" (A Hora Marcada), em que uma romena costura bilhetes dizendo "case-se comigo" nos ternos de homens que vão viajar para a Itália.
"Existe força real na maneira como ela escreve. Ela tem uma mensagem incrível", disse Englund. "Parte disso se deve a sua história pessoal, de vítima de perseguição política na Romênia, mas ela também tem uma história de ser estrangeira em seu próprio país."
PERSEGUIDA PELA SECURITATE
Mueller, cuja mãe passou cinco anos num campo soviético de trabalhos forçados e que foi ela própria perseguida pela polícia secreta romena, a Securitate, depois de negar-se a servir de informante, fez sua estreia literária em 1982 com uma coletânea de contos.
A obra em questão, "Niederungen", foi censurada na Romênia. Nela e em seu livro "Drueckender Tango" (Tango Opressivo), publicado dois anos depois, Mueller escreveu sobre a corrupção e repressão no vilarejo de Nitzkydorf, de idioma alemão, onde ela nasceu.
Suas obras sensíveis e repletas de insights refletem a vida sob o governo de Ceausescu, deposto e executado em 1989. Mueller deixou a Romênia em 1987 com seu marido Richard Wagner e hoje vive e trabalha em Berlim.
Os ganhadores do Nobel de Literatura nos últimos anos têm sido sobretudo europeus, e algumas pessoas vêm criticando a Academia por ter uma visão mundial demasiado estreita. Mueller é a 12a mulher a receber o Nobel de Literatura.
Declarações feitas no ano passado pelo então secretário permanente Horace Engdahl, que disse que os norte-americanos não participavam do "grande diálogo" da literatura, tinham motivado especulações de que este ano o comitê pudesse premiar um escritor norte-americano.
Corretores de apostas viam o romancista israelense Amos Oz como favorito para receber o prêmio este ano, e os americanos Joyce Carol Oates e Philip Roth eram vistos como alguns de seus principais rivais.

Livro ensina "como falar com homens de forma que eles escutem"

NOVA YORK (Reuters) - Você já viu um colega levar o crédito por uma ideia sua, já foi acusado de ser emotivo demais, de levar as brincadeiras muito a sério ou é interrompido com frequência numa reunião?
A maioria das mulheres responderá sim a tais situações, dizem as autoras de "Code Switching: How to Talk So Men Will Listen" ("Mudança de código: Como falar de forma que os homens escutem", na tradução livre), um livro novo sobre a comunicação, ou a ausência dela, entre homens e mulheres.
Homens e mulheres comunicam-se de forma diferente, dizem as autoras Claire Damken Brown e Audrey Nelson, em estilos impostos desde o nascimento e profundamente arraigados na estrutura do mundo do trabalho.
Elas propõem uma "mudança de código", descrita por elas como o uso do conhecimento de mais de uma cultura e de uma língua para se comunicar.
"É um guia de turismo, de certa forma, para outro país com outra cultura", disse Nelson numa entrevista à Reuters sobre o livro, editado nos Estados Unidos pela Alpha Books.
As diferenças de estilo entre homens e mulheres criam uma constante "lacuna de credibilidade", onde as mulheres ganham menos autoridade e poder que os homens, escrevem elas.
"A maior queixa que me fazem há 30 anos de mulheres de todos os níveis, em todas as profissões, é: 'Como faço os homens me levarem a sério?'", afirmou Nelson. "Esse livro é para fazer uma ponte nessa lacuna de credibilidade."
Os homens perderam cerca de três quartos dos empregos durante a recessão, mas a existência de mais mulheres no local de trabalho não necessariamente traz uma mudança, dizem as autoras.
"Há mais de nós...mas não assuma que, porque uma pessoa é mulher, ela está do nosso lado", afirmou Nelson.
"Há uma série de mulheres aí que ainda são felizes em servir os homens, que não querem perturbar o equilíbrio da situação, que não têm habilidades assertivas e não as querem."
DIFERENÇAS DE GÊNERO
Os sinais das diferenças de gênero estão por toda parte, escrevem elas. As mulheres pedem mais desculpas que os homens, desempenham o papel de "mãe de plantão" em quem todos confiam e dão mais opiniões subjetivas.
Os homens contam mais piadas, mas as mulheres riem mais delas. Os homens querem soluções para os problemas, enquanto as mulheres tentam compreender os problemas, e os homens gostam de ser o advogado do diabo, enquanto as mulheres querem ajudar para que todos entrem em acordo, afirmam elas.
Mesmo nos e-mails, os homens gracejam e escrevem mensagens curtas e diretas, enquanto as mulheres compartilham informações pessoais e manifestam apreço e apoio em mensagens mais longas, dizem as autoras.
Brown vem do mundo corporativo, onde trabalhou em empresas como a AT&T e Lucent Technologies, enquanto Nelson é uma experiente consultora da área de comunicações.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Museu da Língua Portuguesa ''invade'' a Estação da Luz


Mostra da instituição ficará em espaço por onde circulam 400 mil pessoas por dia

Uma instituição que não se encerra em suas portas; abraça o entorno. É o que pretende ser o badalado Museu da Língua Portuguesa a partir de hoje, com a abertura da exposição multimídia Omistériootempoempoesias, do artista plástico mineiro Cacau Brasil. Pela primeira vez, um evento do museu - correalizado por Cooperativa Cultural Brasileira, Poiesis e Toca Brasil - acontecerá fora de seu prédio. Bem pertinho, aliás. A mostra poderá ser conferida, até 25 de janeiro, pelas 400 mil pessoas que circulam diariamente pela Estação da Luz.Transformada em túnel, uma das três passarelas da estação terá poesia, pintura, música, teatro e vídeo. Ao longo do percurso de 34 metros, o visitante encontrará 15 painéis, nos quais a poesia é sugerida por meio de signos inscritos com cores metálicas. "Espero que a arte seja uma descoberta para o público", vislumbra Brasil. Textos poéticos estampam placas de acrílico e a experiência multimídia será enriquecida com sons, melodias e uma videoinstalação. "Quero sensibilizar, criar uma vivência", deseja ele. Para completar, o público poderá assistir a uma performance cênica com cerca de 25 minutos de duração - de quartas a sextas, às 11h e às 13h; aos sábados e domingos, às 11h, às 12h, às 14h e às 15h - realizada por quatro atores e quatro músicos. "Preocupamo-nos em fazer uma ligação da mostra com o espaço arquitetônico da estação", explica o ator Alexandre Roit, diretor teatral da exposição. "Essa ocupação certamente vai propor um novo olhar para o ambiente, uma nova luz para a Luz."Se depender da vontade dos diretores do Museu da Língua Portuguesa, Omistériootempoempoesias deve ser apenas o primeiro de muitos outros eventos organizados fora do espaço físico da instituição - que, sucesso de público, recebe uma média de mais de mil visitantes por dia. "Desde a concepção do museu, sonhamos com a ideia de que ele tivesse uma relação próxima com as pessoas que passam pela Luz", diz o poeta e crítico literário Frederico Barbosa, diretor da Poiesis - organização que administra a instituição. "Queremos que o museu "saia para fora" dele."HISTÓRIAA montagem da mostra é resultado de mais de dois anos de "maturação" - como conta Cacau Brasil. Ele havia realizado duas intervenções similares em Fortaleza (CE), onde mora. Uma delas, em uma galeria de arte; a outra, em uma unidade do Sesc. "Então recebi o convite do Museu da Língua Portuguesa e foi um longo tempo para conseguirmos viabilizar o projeto aqui em São Paulo", lembra ele, citando que foram necessários inúmeros estudos e autorizações. Posta em prática, concretizou o sonho antigo de expandir o museu para além de seus limites. "Desde a inauguração (da instituição), já pensávamos em levar eventos para fora", confirma Antonio Carlos Sartini, superintendente do Museu da Língua Portuguesa. "Costumo brincar que o Cacau está sendo nossa cobaia."Uma cobaia sob medida, vale lembrar. Sartini frisa que, quando viu a montagem original do artista, em Fortaleza, teve a sensação de que era exatamente o que ele precisava para experimentar o espaço físico exterior ao museu. "Se o desafio era sair das nossas quatro paredes, uma instalação assim, sensorial, cumpre bem os objetivos", explica. "A mostra traz uma mistura interessante de experiências e seu resultado tem tudo a ver com a proposta de nosso museu."


Jornal O Estado de S. Paulo

Leonard Nimoy volta à ficção científica na série "Fringe"

LOS ANGELES (Reuters) - O ator Leonard Nimoy volta nesta semana a participar de uma série de ficção científica na TV dos EUA, "Fringe," mas duvida que o seu famoso personagem Spock irá regressar ao espaço, a fronteira final.
Nimoy, de 78 anos, interpretou Spock idoso neste ano em um novo filme da série "Jornada das Estrelas," do diretor J.J. Abrams. Mas na quarta-feira ele afirmou a jornalistas que não acredita que haverá um novo papel para ele na próxima sequência da série, prevista para ser lançada em 2011.
"Acho que fui útil no último filme para ajudar a estabelecer uma ponte entre os atores originais e este novo elenco," disse Nimoy. "Eles têm um maravilhoso elenco novo (...) e não vejo por que precisariam de mim no próximo filme. Mas, se me chamassem, ficaria feliz em ter uma conversa a respeito," disse Nimoy por teleconferência.
O astro de "Heroes" Zachary Quinto interpretou o jovem Spock no último filme da série "Jornada nas Estrelas." Numa das cenas, os dois Spocks - jovem e velho - se encontraram.
Foi a ligação com Abrams que levou Nimoy a uma breve aparição em maio em "Fringe," uma série de ficção científica da Fox criada por Abrams, que explora a existência de um universo paralelo.
Nimoy disse que os espectadores saberão mais sobre o seu personagem William Bell, fundador da misteriosa empresa Massive Dynamic, quando o virem novamente em um episódio que irá ao ar na quinta-feira, e em pelo menos mais um episódio neste ano. Outras aparições estão sendo discutidas.
Nimoy descreveu Bell como um personagem do tipo "senhor do universo," "brilhante, rico e muito poderoso." Se Bell é bom ou mau, "o tempo dirá," afirmou.
"O personagem é um pouco como uma lousa em branco, e portanto atraente, porque há uma oportunidade de construir um personagem interessante e imprevisível," afirmou Nimoy, que praticamente trocou a atuação pela fotografia há dez anos, mas diz estar gostando desta retomada.
"Fico muito lisonjeado por as pessoas ainda me acharem útil. Ainda me sinto forte, saudável e ativo, e enquanto houver trabalho interessante a fazer, provavelmente continuarei fazendo."
(Reportagem de Jill Serjeant)

Jude Law recebe críticas mistas por seu "Hamlet" na Broadway


NOVA YORK (Reuters Life!) - O ator britânico Jude Law recebeu críticas mistas nesta quarta-feira por sua atuação em "Hamlet" na Broadway, com uma resenha declarando que seu desempenho foi "eletrizante" e outra o descrevendo como "altamente decepcionante".
O jornal Daily News deu quatro estrelas e meia de um máximo de cinco à produção, que chegou aos Estados Unidos após uma temporada bem sucedida em Londres no ano passado, e o diário USA Today deu ao espetáculo o máximo de quatro estrelas.
"Uma estrela de cinema no palco pode transcender seus desempenhos em filme e até se colocar acima das colunas e fofoca?", indagou Joe Dziemianowicz, do The Daily News. "A resposta é sim quando se trata de Jude Law."
A produção, que fez pré-estreias no dia 12 de setembro e permanece em cartaz até 6 de dezembro, marca o retorno do ator indicado ao Oscar à Broadway após sua estreia na peça "Indiscretions", indicada ao Tony, em 1995.
"Vamos ao ponto: Jude Law não passa vergonha como Hamlet, longe disso", escreveu Elisabeth Vincentelli, do The New Post.
Mas enquanto os críticos de New York Post, Daily News e USA Today gostaram do desempenho de Law, os críticos do New York Times e do Washington Post sentiram o oposto.
Ambos criticaram o ator por usar as mãos para mostrar ao público o que estava dizendo, como atirar os braços para cima ao se referir ao paraíso e apontar para a testa quando falava de sua mente.
Peter Marks, do Washington Post, escreveu que "para cada ação de qualquer outro ator ele realiza quatro, e nunca para de gesticular. Será que o Hamlet de Law pensa que o mundo é um palco universitário?"
Mas Brantley reconheceu que "o carisma inegável de Law e seu apelo sexual para os dois sexos podem cativar os frequentadores da Broadway que normalmente não iriam ver produções de Shakespeare."
(Reportagem de Michelle Nichols)

Naomi Watts lidera lista das atrizes em quem vale investir


SYDNEY (Reuters Life!) - A australiana Naomi Watts, estrela de "O Chamado", "King Kong" e "Senhores do Crime", é a atriz que garante os melhores retornos para um estúdio de cinema, segundo lista compilada pela Forbes.com.
Com estúdios com dinheiro contado buscando maneiras de garantir retornos sobre seus investimentos, a Forbes.com compilou uma lista das dez atrizes que prometem os melhores retornos sobre o dinheiro que custam.
Eles constataram que as atrizes que comandam os salários mais altos - como Angelina Jolie, que encabeçou a lista da Forbes das atrizes mais bem pagas, depois de receber 27 milhões de dólares em um ano - perderam para aquelas que ganham 5 milhões de dólares ou menos por filme.
Naomi Watts, 41 anos, liderou a lista depois de a análise constatar que ela ajudou as bilheterias a render estimados 44 milhões de dólares por cada 1 milhão de dólares que ela recebeu por seus três últimos filmes importantes.
Jennifer Connelly, estrela de "Diamante de Sangue" e "Ele Não Está Tão Afim de Você", foi a segunda colocada na lista - seus filmes renderam 41 milhões de dólares por cada milhão que ela ganhou --, e Rachel McAdams, de "Diário de Uma Paixão" e "The Time Traveler's Wife", deste ano, ficou em terceiro lugar, garantindo aos estúdios 30 milhões de dólares por cada milhão recebido.
A quarta na lista foi Natalie Portman, da série "Star Wars" e "A Outra" (seus filmes renderam 28 milhões de dólares por cada milhão recebido por ela), seguida por Meryl Streep (27 milhões), que entrou para as Top 5 devido ao enorme sucesso de bilheteria de "Mamma Mia" no ano passado.
Completam a lista Jennifer Aniston (26 milhões de dólares por cada milhão recebido) e Halle Berry, Cate Blanchett, Anne Hathaway e Hilary Swank, que renderam aos estúdios 23 dólares por cada dólar que receberam.
A Forbes.com disse que compilou a lista com base nas 100 maiores estrelas de Hollywood. Para que pudesse ser levada em conta, cada atriz precisava ter estrelado nos últimos cinco anos em pelo menos três filmes que tivessem sido exibidos em mais de 500 cinemas.
O site analisou os ganhos estimados da atriz, o orçamento estimado de cada filme e seu faturamento nas bilheterias dos cinemas, em DVD e na televisão, para calcular a receita operacional de cada filme.
(Texto de Belinda Goldsmith)

Crise ensina lição à moda de Paris: o sexo vende


PARIS, 7 de outubro (Reuters Life) - Se você é sexy, mostre-se e venda seu produto. Foi essa a mensagem vista na semana de moda de Paris, que trouxe coleções repletas de meias rendadas, alças de sutiã de fora e calcinhas expostas.
Cintas-liga - reais, embutidas em vestidos ou pintadas sobre a pele - ganharam destaque nas coleções de Sonia Rykiel, Jean-Paul Gaultier, Christian Dior e Chanel.
Nesta última, o estilista Karl Lagerfeld misturou inocentes vestidos brancos em estilo camponesa com cintas-liga parecendo tatuagens e calcinhas de corte alto, fundindo tudo numa brincadeira campestre que incluiu modelos beijando-se num monte de feno.
"Sou totalmente a favor", disse a modelo russa Natalia Vodianova, aludindo à tendência de exposição da lingerie. "Uma mulher precisa ser elegante e não usá-la de maneira vulgar."
Apresentando sua nova linha de lingerie para a varejista Etam, Vodianova disse a jornalistas que se sente inspirada por mulheres que deixam entrever um vislumbre de sua lingerie ou expõem as alças de seus sutiãs.
As coleções mostradas em Milão incluíram tantos vestidinhos minúsculos que críticos de moda descreveram o tema dominante como sendo "viva a mulher oferecida".
Os microvestidos também estiveram presentes em peso nos desfiles das coleções de primavera/verão 2010. Na Chanel, Karl Lagerfeld inseriu cortes em saias já exíguas. A Dior expôs vestidos-penhoares sensuais e calcinhas francesas de cintura alta, evocando os quartos das estrelas de cinema dos anos 1950.
Resumindo o clima sexy, Gaultier batizou sua coleção de "Ponto G" e foi fundo em seus arquivos para ressuscitar um look provocante e semivestido, ressuscitando também o sutiã cônico de cetim que criou para a popstar Madonna anos atrás.
"Em contraste com o politicamente correto, com o convencionalismo total da moda, eu quis voltar às ruas", disse Gaultier no sábado, após seu desfile.
No desfile de Alexander McQueen, vestidos curtíssimos em tons de ferrugem, azul e verde fortes eram dobrados como origamis.
Shelly Musselman, co-proprietária da butique Forty Five Ten, de Dallas, não se surpreendeu com a tendência sedutora.
"As mulheres querem ter essa aparência - e os maridos que pagam pelas roupas gostam", disse ela à Reuters depois do desfile de Alexander McQueen.

Coral escocês mais antigo comemora 150 anos

EDIMBURGO (Reuters Life!) - O mais antigo coral da Escócia preparou um programa fascinante, incluindo a estreia mundial de uma peça da compositora britânica Judith Bingham baseada nas obras do escritor Robert Louis Stevenson, para marcar o 150o. aniversário com um ano de atraso no Usher Hall de Edimburgo.
A União Real do Coral de Edimburgo, com cem participantes, encomendou a obra "Shadow Aspect" a Bingham, extraindo inspiração de poemas, textos e meditações de Stevenson, o romancista, poeta, ensaísta e autor de relatos de viagem nascido na capital da Escócia em 1850, célebre por obras como "A Ilha do Tesouro" e "O Médico e o Monstro".

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Processo contra Mel Gibson por dirigir embriagado é anulado


LOS ANGELES (Reuters) - A ficha criminal do ator Mel Gibson foi limpa nesta terça-feira, quando um juiz aceitou seu pedido para anular um par de condenações por dirigir embriagado derivadas de sua prisão em 2006 em Malibu, na Califórnia.
Gibson concordou em frequentar encontros para alcoólatras e prestar serviços comunitários como parte de sua condenação de 2006.
O ator cumpriu as obrigações, o que levou o juiz a anular as acusações de sua ficha.
(Reportagem de Alex Dobuzinskis)

Suíça rejeita recurso de Polanski contra prisão


ZURIQUE (Reuters) - Autoridades suíças rejeitaram na terça-feira um recurso dos advogados de Roman Polanski - preso em setembro depois de fugir dos EUA em 1978 por uma acusação de ter mantido relações sexuais com uma menor de idade - em que os advogados pediram a libertação do cineasta da prisão.
As autoridades também recomendaram ao tribunal suíço encarregado de julgar seu mandado de extradição que rejeite outro recurso dos advogados de Polanski pedindo sua libertação e que rejeite qualquer pedido de libertar sob fiança o diretor de cinema de 76 anos, premiado com o Oscar.
Em 1977 Polanski declarou-se culpado de ter feito sexo com uma menina de 13 anos, mas fugiu dos EUA na véspera do anúncio de sua sentença, em 1978, porque acreditou que um juiz norte-americano pudesse passar por cima do acordo extrajudicial que tinha fechado e pudesse condená-lo a 50 anos de prisão.
"Ainda existe, a nosso ver, um risco muito alto de que ele fuja e de que uma libertação sob fiança ou outras medidas posteriores a uma libertação não possam garantir a presença de Polanski no procedimento de extradição", disse um porta-voz do Escritório Federal de Justiça, Folco Galli.
Os advogados de Polanski tinham apresentado um recurso ao Escritório Federal de Justiça, pedindo que reconsiderasse sua prisão devido a um mandado de extradição dos EUA. Eles também registraram um recurso junto à Corte Penal Federal Suíça, que ainda pode decidir libertar Polanski sob fiança.
As autoridades suíças tinham dito anteriormente que seria muito improvável que Polanski fosse libertado sob fiança. O escritório de justiça tinha pedido à Corte Penal Suíça que rejeitasse a apelação de Polanski, disse Galli.
O advogado de Polanski, Hervé Temime, disse: "Essa recomendação é decepcionante, mas não nos surpreende. Vamos aguardar para ver o que decidem os juízes, os magistrados em cortes independentes."
PRÊMIO PELO CONJUNTO DA OBRA
O cineasta, que tem dupla cidadania francesa e polonesa, foi preso a pedido dos Estados Unidos quando viajou à Suíça em 26 de setembro para receber em um festival de cinema um prêmio pelo conjunto de sua obra.
"Queremos dizer aos tribunais suíços que Roman Polanski se comprometeu a permanecer na Suíça durante esse processo e atender a todos os pedidos que lhe forem feitos", disse Temime a jornalistas.
"Esperamos que os juízes suíços possam ignorar esse linchamento na mídia, que não guarda relação alguma com justiça."
O cineasta, que recebeu o Oscar de melhor diretor por seu filme de 2002 "O Pianista", sobre o Holocausto, também foi acusado de dar drogas e álcool à menina.
Polanski tinha fechado um acordo com promotores de Los Angeles para confessar-se culpado da acusação sexual e cumprir 42 dias de prisão para ser submetido a exames psiquiátricos, prazo esse que já cumprira na prisão. Mas ele acreditava que o juiz poderia passar por cima do acordo e condená-lo a até 50 anos de prisão.
As autoridades norte-americanas têm até 60 dias para formular um pedido firme de extradição, mas Polanski poderá apelar junto aos tribunais suíços. Fontes judiciais americanas já disseram que, se Polanski o contestar, o complexo processo de extradição poderá se arrastar por anos.

Elizabeth Taylor será submetida a cirurgia no coração


LOS ANGELES (Reuters) - A atriz Elizabeth Taylor disse nesta terça-feira que se submeterá a uma cirurgia cardíaca e pediu orações.
Taylor, de 77 anos, foi diagnosticada com uma falha congestiva no coração há cinco anos e superou problemas nas costas e uma operação para a retirada de um tumor benigno no cérebro. Ela fez o anúncio em sua página no Twitter, dizendo querer dar a notícia antes da imprensa.
"Queridos amigos, eu gostaria de informá-los antes que esteja nos jornais que vou ao hospital para uma operação no coração", escreveu Taylor.
"(A cirurgia) é muito nova e vai reparar minhas válvulas defeituosas usando uma pinça, sem uma cirurgia de coração aberto, para que meu coração funcione melhor. Quaisquer orações que vocês tiverem eu agradeço carinhosamente. Eu os informarei quando tudo estiver terminado. Amo vocês, Elizabeth", disse ela.
A atriz sempre usa uma cadeira-de-rodas em suas raras aparições públicas mas adotou entusiasticamente o Twitter nos últimos meses como forma de se comunicar diretamente com seus fãs e a imprensa.
Seu agente em Hollywood disse não ter nada a acrescentar sobre o notícia.
(Reportagem de Jill Serjeant)

Hilary Mantel conquista o Booker Prize

Favorita, britânica Hilary Mantel conquista o Booker Prize

LONDRES (Reuters) - Candidata favorita dos editores, a britânica Hilary Mantel conquistou o cobiçado Man Booker Prize nesta terça-feira pelo romance histórico "Wolf Hall", superando seu principal concorrente por três votos a dois na fase final de votação.
O relato de 650 páginas da vida de Thomas Cromwell recebeu o apoio dos apostadores, embora os organizadores tenham dito que a última vez em que a escolha do júri coincidiu com a destes últimos foi em 2002 com o livro "A vida de Pi", de Yann Martel.
Mantel, 57, receberá um cheque de 50 mil libras e pode esperar um aumento significativo nas vendas de "Wolf Hall" e de seus outros livros após a onda de publicidade dos próximos dias.
Também concorrendo ao prêmio, o sul-africano e Prêmio Nobel J.M. Coetzee esperava se tornar o primeiro autor a ser agraciado com o Booker pela terceira vez.
Outro ex-ganhador na lista deste ano foi A.S. Byatt, cujo romance "Possessão" triunfou em 1990.
(Reportagem de Mike Collett-White)

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Cartas de Van Gogh revelam um artista racional


AMSTERDÃ (Reuters Life!) - Centenas de cartas de Vincent Van Gogh foram colocadas ao lado das obras de arte que ele discutia em sua correspondência em uma nova publicação, que traça o retrato mais claro até hoje das reflexões por trás do trabalho do artista holandês.
Fruto de 15 anos de pesquisas, a edição de seis volumes inclui 900 cartas escritas por e para Van Gogh, além de esboços de pinturas nas quais ele estava trabalhando quando escreveu as cartas e também ilustrações de mais de 2.000 obras de arte.
"Pela primeira vez, você lê as cartas e ao mesmo tempo vê o mundo visual que Van Gogh tinha na mente," disse Axel Ruger, diretor do Museu Van Gogh.
"Como artista autodidata, ele buscava constantemente se aperfeiçoar, e isso se reflete nas cartas."
Simultaneamente ao lançamento da publicação, o museu vai expor algumas das cartas originais, raramente expostas devido a sua fragilidade, de forma que os visitantes podem vislumbrar o trabalho em andamento do autor e comparar esboços nas cartas com suas pinturas.
Depois de estudar as cartas de Van Gogh tão intensamente, o curador Leo Jansen disse que elas trouxeram à tona um lado metódico e disciplinado do artista, que é mais comumente visto como uma alma atormentada que passou sua vida lutando contra problemas de saúde mental.
"Parece que ele realmente foi um homem muito racional, não o gênio louco que conhecemos," disse Jansen. "Ele tinha plena consciência do que fazia, escolhia suas metas e tentava alcançá-las passo a passo."
O estudo das cartas lado a lado com as pinturas e os desenhos de Van Gogh também ajuda a transmitir a conexão estreita que, para o artista, existia entre a arte visual e a literatura.
"Livros, realidade e arte são todos a mesma coisa para mim," escreveu Van Gogh em carta a seu irmão Theo em 1883.
"Você não acha que é tão interessante e difícil dizer algo bem quanto pintá-lo?," escreveu em 1888 ao colega artista Emile Bernard.
Versões do livro estão sendo publicadas em inglês, francês e holandês, e uma edição na Internet também traz novas traduções para o inglês.
Como muitos outros artistas, Van Gogh viveu pobre e em grande medida ignorado. Depois de morto, foi reconhecido como artista revolucionário cuja influência se estendeu ao século 20.
Grande parte de sua correspondência é composta de cartas que ele escreveu a seu irmão mais jovem, um marchand que vivia em Paris e lhe dava ajuda financeira. Van Gogh descrevia as coisas nas quais estava trabalhando e muitas vezes enviava esboços de seus projetos mais recentes.
"Ele escrevia quase diariamente a seu irmão e confidente Theo. Naquela época isso era normal, na ausência de telefone ou e-mail, cartas eram o meio de comunicação mais óbvio," disse Ruger.
Escritas originalmente em holandês e francês, as cartas também incluem a correspondência do artista com outros familiares e com artistas contemporâneos como Paul Gauguin. Mas apenas 80 delas são cartas escritas por outros a Van Gogh.
"É uma correspondência ligeiramente unilateral," disse Ruger. "Podemos dizer que é uma tragédia que tão poucas cartas escritas a Van Gogh tenham sobrevivido."

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Seis passos para decifrar a singular Taiwan

FÉ - Nos jardins do monastério Fo Guan, o Buda de 32 metros está rodeado por 480 discípulos
TAIPÉ - Seis é um número de sorte. Em mandarim, tem caligrafia e pronúncia que lembram as de prosperidade. Os taiwaneses apreciam tudo com seis: telefones, andares, datas. O número é boa influência para suas vidas. Como sorte não se arrisca, escolhemos seis traduções para definir esse povo supersticioso e a ilha onde vivem. Taiwan é pouco conhecida - ainda há quem a chame de Formosa.Visitar templos budistas é um bom começo para desvendá-la. O misticismo religioso é tão forte quanto as tradições. Os festivais que comemoram a virada do ano, a nova estação ou uma certa lenda têm cores (vermelho, por favor!) e símbolos. Cultura é outra tradução. No Museu do Palácio estão relíquias da Cidade Proibida, levadas até lá por Chiang Kai-shek, em 1949, após a derrota de seu exército para o Partido Comunista.

Até hoje, China e Taiwan não mantêm relações diplomáticas, só econômicas.

Os voos diretos entre ambos só começaram em julho de 2008.


Veja também:


RELIGIÃO: Atmosfera de paz e meditação nos templos budistas


CULTURA: O impressionante legado da Cidade Proibida


TRADIÇÃO: Costumes milenares transformados em coloridos festivais


COMPRAS: Dos irresistíveis eletrônicos ao típico - e familiar - comércio de rua MODERNIDADE: Uma ilha conectada por Wi-Fi


NATUREZA: De barco, um passeio pelo Sun Moon Lake


Característica marcante da vida taiwanesa, as compras enlouquecem os viajantes. Dos autênticos mercados noturnos às lojas de eletrônicos made in Taiwan. Na capital Taipé, ainda, um toque de modernidade com o (até agora) prédio mais alto do mundo. No interior e litoral, a natureza digna de uma ilha.Comunicar-se por lá não é fácil. Antes de disparar o inglês, arrisque um ni haw para dizer oi. Mas depois dessa apresentação em seis parágrafos e das seguintes traduções em seis ideogramas, você terá razões para planejar uma visita de seis dias. Ou seis meses.


O Esyado de S. paulo

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Livro de Sarah Palin é best-seller antes de ser lançado nos EUA

NOVA YORK (Reuters Life!) - O volume de memórias de Sarah Palin já é o campeão de vendas nos sites Amazon e Barnes&Noble um mês e meio antes de ser lançado.
O livro da candidata a vice-presidente pelo Partido Republicano do ano passado, intitulado "Going Rogue: An American Life" (Rebelando-se: Uma Vida Americana, em tradução livre), deve ser lançado em 17 de novembro, quatro meses depois que o contrato do livro foi divulgado e muito antes do planejado.
Disponibilizado em pré-venda nesta semana, o livro está na lista dos 100 mais vendidos da Amazon há três dias, tomando o lugar de "O Símbolo Perdido", mais recente lançamento de Dan Brown, autor de "O Código Da Vinci", no topo da lista.
É comum que livros muito esperados saltem para as primeiras posições assim que ficam disponíveis em pré-venda, disse Sarah Gelman, porta-voz da Amazon.
Durante a campanha republicana ao lado do senador e candidato a presidente John McCain, Palin foi criticada por ser inexperiente e dizer que seu conhecimento de política externa era reforçado pela proximidade entre seu estado Alasca e a Rússia.
Palin pediu demissão do cargo de governadora do Alasca em julho, uma decisão que sua editora disse ter lhe dado mais tempo para escrever e ajudou para que o livro fosse publicado antes da data original, na primavera norte-americana de 2010.