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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Michelle Obama vai promover hortas caseiras em "Vila Sésamo"


LOS ANGELES (Reuters) - A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, vai lançar a temporada de 40o aniversário do programa infantil "Vila Sésamo" com um segmento incentivando crianças a plantar hortas e consumir alimentos saudáveis.
Michelle, que está plantando uma horta e um pomar na Casa Branca, vai aparecer em 10 de novembro, no primeiro episódio da nova temporada de "Vila Sésamo", programa educativo para crianças que é exibido em mais de 120 países em todo o mundo.
Os produtores do programa disseram nesta terça-feira que Michelle Obama vai ensinar aos "moradores" da Vila Sésamo sobre os benefícios de fazer uma horta e viver saudavelmente e vai mostrar às crianças como plantar sementes de tomates, pepinos e alface.
"Tudo o que essas sementes precisam para crescer é de sol, solo e água. Se você comer esses alimentos saudáveis, vai crescer grande e forte, como eu", diz Michelle Obama.
"E eu sei que vocês vão gostar desses legumes, porque, além de saudáveis, eles são supergostosos!"
A nova temporada de "Vila Sésamo" vai destacar uma iniciativa científica do programa intitulada "Meu Mundo é Verde e está Crescendo", lançada há dois anos. O programa é exibido pela televisão pública dos EUA.
Em março deste ano, Michelle Obama começou a plantar a primeira horta da Casa Branca desde a 2a Guerra Mundial. Com 102 metros quadrados de área, a horta vai produzir cerca de 50 variedades de legumes e frutas para uso na cozinha da Casa Branca.
Outras celebridades previstas para aparecer como convidadas em "Vila Sésamo" na 40a temporada incluem as atrizes Cameron Diaz e Eva Longoria, o ator cômico britânico Ricky Gervais e o jogador de basquete americano Kobe Bryant.

Álbum musical de papa terá compositores muçulmano e agnóstico

ROMA (Reuters Life!) - Um muçulmano, um católico e um agnóstico contribuíram com suas composições musicais para um álbum com canções e orações do papa Bento XVI, previsto para ser lançando em novembro.
O produtor Vincent Messina disse que sua escolha de Nour Eddine, Stefano Mainetti e Simon Boswell reflete "nosso desejo de produzir um álbum que tem apelo universal para todos aqueles que amam a boa música."
"Eu certamente não tive a intenção de selecionar ou admitir compositores levando em conta sua crença", Messina disse à Reuters.
O álbum "Alma Mater" terá gravações da rádio do Vaticano com mensagens e orações do papa feitas na Basílica de São Pedro ou durante as viagens do pontífice ao exterior.
O trabalho será lançado pela Geffen Records em 23 de novembro na Europa e nos Estados Unidos e em 29 de novembro na Grã-Bretanha.
Messina disse que ainda tem de ver qual será a reação oficial do Vaticano em relação ao álbum. "O Vaticano é sempre muito cauteloso com comunicação e, então, você pode imaginar (qual será a reação com) o uso da voz do Santo Padre em um álbum musical", ele disse.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Comissão aprova Emenda da Cultura no Congresso

Projeto destina 2% do Orçamento da União para a cultura; Plano Nacional de Cultural também foi aprovado


SÃO PAULO - Uma comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou na tarde desta quarta-feira, 23, por unanimidade, a Proposta de Emenda à Constituição 150 (PEC 150), que destina recursos dos orçamentos da União, dos estados e dos municípios para a área da cultura. O texto aprovado, com um substitutivo do deputado José Fernando Aparecido de Oliveira (PV-MG), reserva ao setor cultural e à preservação do patrimônio cultural brasileiro 2% dos impostos federais, 1,5% dos impostos estaduais e distritais e 1% da arrecadação com impostos municipais.

A PEC 150, que agora vai a plenário, é uma reivindicação antiga da classe artística e tem o apoio do ministro da Cultura, Juca Ferreira, que festejou ontem a votação. "A aprovação reflete um clima suprapartidário em favor da cultura. Desde a gestão Gil, nós temos trabalhado nesse sentido", disse o ministro ao Estado. O texto estabelece que a destinação de recursos do Estado para a cultura nunca será menor do que 2% dos orçamentos.

A área econômica do governo, no entanto, se mostra contrária à vinculação de recursos do projeto - atualmente, o orçamento da cultura representa 0,5% das receitas federais, o que equivale a cerca de R$ 1,3 bilhão. Se esse porcentual subir para 2%, a União seria obrigada a destinar cerca de R$ 5,3 bilhões para o setor.

"As Nações Unidas recomendam que nunca seja inferior a 2%", afirmou Juca Ferreira. Segundo ele, a proposta de reforma da Lei Rouanet não perde o sentido com a iminente aprovação da PEC 150, já que são mecanismos complementares. "A mudança da lei visa requalificar a distribuição de recursos. A PEC 150 trata dos orçamentos."

Em outra votação na manhã desta quarta, a Comissão de Educação e Cultura da Câmara aprovou o Plano Nacional de Cultura. O plano é plurianual, terá a duração de dez anos e sua implementação e monitoramento serão feitos pelo Ministério da Cultura, que desenvolverá o Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais. O plano define as atribuições do poder público na área cultural, além de tratar de áreas como cultura digital, turismo cultural e desenvolvimento sustentável. SA criação do Plano Nacional de Cultura está prevista na Emenda Constitucional 48, em vigor desde agosto de 2005.

Na PEC 150, o texto aprovado também incluiu uma sugestão do deputado Zezéu Ribeiro (PT-BA), de substituir na PEC o termo cultura nacional por apenas cultura. "Temos que nos prevenir dos burocratas. Depois eles poderiam falar que a PEC não serve para a promoção de concertos de música clássica porque não se trata de cultura nacional", explicou ele à Agência Câmara. "Cultura é uma questão de soberania nacional. E hoje é um dia de grandes conquistas para a cultura do País, com a aprovação dessa PEC e do Plano Nacional de Cultura", disse o presidente da comissão especial, deputado Marcelo Almeida (PMDB-PR).

O Estado de SP

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

XII Revelando São Paulo chega à capital paulista nesta sexta

Pelo 12º ano consecutivo evento estará no Parque da Água Branca, de 12 a 21 de setembro
Revelando São Paulo é uma celebração na capital das tradições do interior. Pelo 12º ano consecutivo, de 12 a 21 de setembro, o Parque da Água Branca, um dos lugares mais aconchegantes de São Paulo, será dominado por delegações oriundas dos rincões do estado, com suas festas rituais, passos típicos de danças, congadas, jongos, folias de reis, impérios do divino, moçambiques, cavalarias, fandangos... um conjunto festivo que remonta ao calendário cristão dos tempos coloniais.
Música, dança, culinária e artesanato se encontram e celebram o maior evento da cultura paulista e de suas raízes. O espaço oferece 80 standes de culinária, 155 de artesanato e 400 grupos de manifestações características. Entre as apresentações, estão as Cavalgadas, Cavalhadas, Tropas de Mulas e Carros de Bois. Mais de 200 animais, entre cavalos, touros, búfalos e tropas de mulas. A comemoração da colheita fica por conta de 5 grupos de Trança Fitas. Em homenagem às raízes do Negro Brasileiro, foi programada a Noite dos Tambores, com apresentações de 10 grupos entre Batuque de Umbigada, Sambalenço, Maracatu e Afoxé. O Festival contempla também as violas representadas por 18 orquestras de violas, 50 duplas de violeiros e sanfoneiros, 14 grupos de catira, 10 grupos de Fandangos, 40 Folias de Reis, entre outros.
Revelando São Paulo é o encontro do mundo rural ancestral com a realidade urbana da megalópole do século XXI. Esta é sua missão: revelar ao homem da idade da informação - não a sobrevivência de resquícios de um modo antigo de viver e ritualizar a vida - mas a existência pujante de uma cultura bucólica, interiorana, próxima do sagrado, vivendo em simbiose com a modernidade de um país emergente.
Uma atração à parte é o festival culinário do Revelando São Paulo. Atrás das baias dos cavalos do Parque da Água Branca é montado o Rancho do Peão. Ali alguns municípios enviam seus especialistas em cozinhar no forno a lenha. Refeições, quitutes, doces e salgados, como a “queima do alho” de Barretos ou o “rojão” de Ribeirão Grande, são servidos enquanto o som de violeiros preenche o ambiente.
Organizado pela Abaçaí Cultura e Arte a pedido da Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo, com o apoio do Memorial da América Latina, este ano o Revelando São Paulo aumentou de tamanho. Ao todo, 200 municípios se fazem representar no festival. São 600 artesões e “culinaristas” e mais de 350 grupos de manifestações artísticas do interior paulista se apresentando no palco e na arena do Parque. As culturas vivas caipira, caiçara, piraquara e dos imigrantes pode ser conhecida das 9h ás 22h, com entrada franca.
O Revelando São Paulo reafirma, em todas as suas edições, os compromissos com a construção da cultura de Paz e o respeito à diversidade. A imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida, trazida da Basílica de Aparecida - tradicionalmente reverenciada no Parque da Água Branca - chegará no Memorial da América Latina no dia 14 de setembro, às 11h, e segue em cortejo para a abertura oficial no Parque da Água Branca.
Este ano a festa conta com uma novidade, paralelo à XII Revelando São Paulo: o VI Seminário de Ações Integradas em Folclore será realizado pela primeira vez no estado de São Paulo, de 15 a 18 de setembro. O seminário tem como objetivo discutir políticas públicas que protejam o patrimônio material e imaterial da cultura brasileira. E, sendo realizado em São Paulo, mostrará ao resto do país a surpreendente riqueza do nosso folclore.
Para saber mais acesse: www.brazilsite.com.br
Programação: 12 de Setembro – Sexta-feiraVIII Em Torno da Mesa Paulista Tradicional IX Rancho tropeiro – Abertura I Noite Cigana
13 de Setembro – Sábado II Encontro de Orquestras de Viola VIII Festival da Amizade – Centenário da Imigração Japonesa Previsão de participação: 40 grupos das comunidades étnicas de S. Paulo.
14 de Setembro – Domingo Cerimônia da Paz - Por uma Década de Cultura de Paz Local: Memorial da América Latina Início da Cerimônia Transreligiosa - O Sagrado na Metrópole – VII Festival da Amizade
15 de Setembro – Segunda-feira Tarde das Serestas X Encontro das manifestações Cosmopolitas
16 de Setembro – Terça-feira Encontro de Trança- Fitas X Encontro das manifestações Cosmopolita
17 de Setembro - Quarta-feira IX Encontro de Violeiros X Encontro de Sanfoneiros
18 de Setembro - Quinta-feira XI Encontro de Catira XI Encontro de São Gonçalo VII Encontro de Adoradores da Santa Cruz III Encontro de Fandango Cururu
19 de Setembro - Sexta-feira Recomenda de Almas Encontro de Quadrilhas XI Encontro de São Gonçalo (Continuação) VII Encontro de Adoradores da Santa Cruz (Continuação) VIII Noite de São João Grande Arena - a partir de 19h00
20 de Setembro – Sábado XVI Festival de Bonecos de Rua e Cabeções Local: Memorial da América Latina X Reiada (Encontro de Folias de Reis) X Festa de Cosme e Damião Corrida de Cavalhadas Cortejo de Traslados VIII Noite dos Tambores – Centenário da Umbanda
21 de Setembro – Domingo Corrida de Cavalhadas X Encontro de caminheiros XI Congado Paulista Local: Memorial da América Latina XII Encontro de RomeirosPara mais informações acesse: www.brazilsite.com.br
Serviço:
Revelando São Paulo – XII Festival da Cultura Paulista Tradicional De: 12 a 21 de Setembro – 9h às 21h Parque da Água Branca Av. Francisco Matarazzo, 455 - Água Branca - São PauloCerimônia da Paz, Festival de Bonecões e Congado Paulista Dias 14, 20 e 21 de setembro, a partir das 9h
Memorial da América LatinaVI Seminário de Ações Integradas em Folclore - Dia 15 e 18, das 8h às 13h – Auditório Simón Bolívar - Dias 15 e 17, das 8 às 16, e dias 16 e 18, das 8 às 18h – Anexo dos Congressistas - De 15 a 18, das 8 às 18h – Sala dos Espelhos
Do Memorial da América Latina

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Confira as dicas culturais para o fim de semana

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1121964-7823-CONFIRA+AS+DICAS+CULTURAIS+PARA+O+FIM+DE+SEMANA,00.html

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Disney promove sua primeira exposição na Califórnia


LOS ANGELES (Reuters) - Os fãs ardorosos de Walt Disney irão se reunir nesta semana na Califórnia para a primeira exposição da empresa aberta ao público, o que a Disney espera ser uma exibição da durabilidade de sua marca em tempos difíceis.
Executivos da empresa devem ser indagados sobre o que a aquisição da Marvel, anunciada na semana passada, vai significar em termos de novos filmes, parques temáticos e brinquedos nos próximos anos.
A exposição é uma das poucas organizadas por uma marca, e não por seus fãs, para comemorar sua história e seus produtos.
O evento D23 Expo, que ocorre de 10 a 13 de setembro no Anaheim Convention Center, vizinho à Disneylândia, recebeu seu nome no ano em que Walt Disney criou sua empresa de animação, e deve atrair dez mil admiradores de todo o mundo.
A empresa promete um acesso inédito a seus arquivos, assim como vislumbres de filmes, programas de televisão, atrações de parques e brinquedos a ser lançados.
A Disney quer que a exposição seja "a experiência definitiva para os fãs" -- a 37 dólares por dia. "Nossos fãs são nossos maiores pregadores", disse Steve Clark, responsável pela D23. "Eles fizeram da Disney uma parte de suas vidas. Eles vivem, respiram Disney e falam aos outros sobre isso."
Entre as celebridades escaladas para comparecer ao evento e se encontrar com o público estão Courtney Cox, Robin Williams, Kelsey Grammer e Joseph Fiennes.
A Disney promete exibir trechos de produções futuras, como os filmes "A Princesa e o Sapo", "O Príncipe da Pérsia", "Alice no País das Maravilhas", de Tim Burton, e versões 3D da franquia "Toy Story".
Mas clássicos como "A Bela Adormecida" também marcarão presença.
"O que esperamos é que as pessoas saiam do show com um amor ainda maior por tudo que é Disney", disse Clark. "Elas amam o que a Disney representa: a qualidade do conteúdo criativo, o escapismo."

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Quadro do Grito da Independência é obra da imaginação do pintor



Pintura é verossímil, mas não fiel ao episódio, diz pesquisadora.Tela de 7,6 m por 4,15 m está no Museu do Ipiranga, em São Paulo.
Independência ou Morte foi pintado entre 1886 e 1888 (Foto: Reprodução/Wikimedia Commons)
A imagem de D.Pedro I às margens do Ipiranga, montado num cavalo, segurando uma espada e gritando "Independência ou morte!" em meio a uma enorme comitiva é conhecida por quase todos os brasileiros que estudam um pouco da história do país. Mas nem todos sabem que essa cena foi, na verdade, criada por um homem: Pedro Américo, o pintor do quadro "Independência ou Morte", hoje exposto no Museu Paulista (mais conhecido como Museu do Ipiranga), em São Paulo.

A imagem que consagrou o 7 de Setembro é verossímil, mas não relata com exatidão o ocorrido no Dia da Independência. "Foi uma cena produzida pela imaginação do pintor. O próprio Pedro Américo reconheceu que seria impossível fazer uma relação entre a pintura e o episódio. Não apenas porque havia uma grande diferença de tempo [a tela foi pintada em 1888, e a Independência ocorreu em 1822], mas também porque não seria possível reconstituir minuciosamente o acontecido, faltavam relatos", explicou em entrevista ao G1 a historiadora e professora da USP Cecília Helena de Salles, coautora do livro "O Brado do Ipiranga".

As diferenças são significativas (veja no infográfico abaixo). Primeiro, não era comum usar cavalos, mas sim mulas, para fazer o trajeto da Serra do Mar. Os uniformes também eram galantes demais para o tipo de viagem que D. Pedro I estava fazendo. Sua comitiva também nem era tão numerosa - no máximo levava 14 pessoas. "A pintura histórica retrata o episódio de maneira grandiosa, e Américo criou toda uma situação na tela para ressaltar esse aspecto", diz a professora Cecília. D. Pedro I estava voltando a São Paulo quando recebeu documentos vindos de Portugal e, depois de os ler, declarou o Brasil independente.


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Veja como estão os pontos históricos do 7 de Setembro em São Paulo

Veja galeria de fotos

Pedro Américo se ofereceu para fazer a obra, 66 anos após o grito, e ganhou uma boa quantia pela encomenda: 30 contos de réis - como comparação, em 1888, o governo de São Paulo aplicou 22 contos de réis na área da saúde. Na época, muitos políticos achavam que não seria preciso pedir a alguém de fora para fazer o quadro (Américo já vivia na Itália), mas, como tinha amigos influentes, ele conseguiu a indicação.

Assim que soube que faria a tela, ele veio ao Brasil e fez uma pesquisa histórica intensa. "Ele recolheu todas as informações posssíveis e, com base no que descobriu, nos retratos, nas roupas, objetos de época, ele fez um arranjo da imaginação dele. Sob esse aspecto, a tela é muito criativa, e talvez esteja aí a grande razão pelo qual ela seja tão impactante ainda hoje. A imagem não tem um centro, o centro é um vazio, mas toda a composição está voltada para mostrar um episódio que ninguém viu."

Serviço:
Museu Paulista da USP Parque da Independência, s/n.º - Ipiranga
Tel.: (011) 2065-8000


Fonte: Globo